28
Abril
2011
Manias ao Dirigir
Medidas que devem ser tomadas para preservar seu automóvel e previnir você de passar por uma situação desagradável com seu automóvel. Conheça os 10 erros mais cometidos pelos motoristas e suas consequências.
• 1. Pé na embreagem – Muitas pessoas adquirem o costume de descansar o pé na embreagem enquanto dirigem. O que elas não sabem é que essa ação acelera o desgaste do disco, molas e rolamentos em até 40%. A alavanca do sistema de embreagem funciona transformando o peso que fazemos com o pé de mais ou menos 8kg pra 400kg e separa o disco do platô.
• 2. Mão na alavanca – Dirigir com a mão pesando sobre a alavanca de marchas força o tabulador (peça fundamental na ligação entre o cambio e as engrenagens da transmissão) e seus terminais, que podem se desgastar de maneira excessiva.
• 3. Quebra molas – Quando se passa na lombada com o carro na posição transversal pode danificar as buchas de suspensão, amortecedores e rolamentos. Além de provocar maior torção da carroceria, o que pode até empenar o monobloco.
• 4. Banguela – Na intenção de economizar combustível, alguns motoristas deixam o carro em ponto morto na hora da descida. Nos veículos que tem injeção eletrônica, isso causa um maior consumo de combustível, além de sobrecarregar o sistema de freios, já que o motorista não poderá contar com o auxilio do freio motor.
• 5. Pegar no tranco – Deve ser evitado em carro com injeção eletrônica, pois se a bateria estiver arriada a central eletrônica não funcionará com menos de 8 volts. Neste caso, mesmo que o motor funcione, há o risco de que a correia dentada não aguente o tranco e pule alguns dentes, quebrando a harmonia de funcionamento do motor e criando um sério risco de empenar as válvulas. E o prejuízo pode grande, porque o motor deverá ser aberto em sua parte superior. Outro problema deste hábito: o combustível não queimado, que não descer pelo coletor de escape, pode danificar de forma irreversível o catalisador (os mais baratos custam cerca de R$400). Por fim, se for fazer a famosa chupeta, tome cuidado para não inverter os pólos, isso poderia queimar a central eletrônica que custa mais de R$1000.
• 6. Última acelerada – Essa mania só faz desperdiçar combustível e aumenta as chances de danificar o motor. Isso por que o combustível que não queima irá lavar o óleo da parede do cilindro do motor. Quando o veículo for ligado novamente os anéis e pistões irão funcionar sem lubrificação por alguns segundos, forçando seu desgaste prematuro.
• 7. Esquentar o motor – Veículos com injeção eletrônica não precisam ser aquecidos antes de entrar em movimento. O sistema programa a lubrificação e a mistura ar/combustível. Além disso, a maior eficiência da bomba de óleo e de gasolina proporciona o desempenho adequado mesmo com o motor frio.
• 8. Apoiar o pneu ao estacionar – Apoiar o pneu no meio fio, faz com que ele sofra a ação do peso do veiculo, isso pode gerar deformação, alterar a capacidade de resistência e uniformidade do pneu, além de afetar as condições de balanceamento do conjunto roda/pneu.
• 9. Suspensão – Alguns motoristas, ao verem um buraco, tendem a frear bruscamente. Com a roda travada o impacto é muito maior, o que sobrecarrega a suspensão e o sistema de freio. A roda venceria o obstáculo sem muitas avariações se permanecesse em movimento.
• 10. Direção hidráulica – Não é recomendado virar um carro com direção hidráulica sem que o carro esteja ligado. Isso pode forçar a tampa do reservatório, causando derramamento de fluido ou ate mesmo deslocar a tampa. Mesmo com o motor funcionando não se deve deixar o volante em todo o seu percurso por mais de 15 segundos. Nessa condição, o óleo é bastante aquecido pela bomba da direção hidráulica, o que pode causar danos no sistema e ruídos.
• 2. Mão na alavanca – Dirigir com a mão pesando sobre a alavanca de marchas força o tabulador (peça fundamental na ligação entre o cambio e as engrenagens da transmissão) e seus terminais, que podem se desgastar de maneira excessiva.
• 3. Quebra molas – Quando se passa na lombada com o carro na posição transversal pode danificar as buchas de suspensão, amortecedores e rolamentos. Além de provocar maior torção da carroceria, o que pode até empenar o monobloco.
• 4. Banguela – Na intenção de economizar combustível, alguns motoristas deixam o carro em ponto morto na hora da descida. Nos veículos que tem injeção eletrônica, isso causa um maior consumo de combustível, além de sobrecarregar o sistema de freios, já que o motorista não poderá contar com o auxilio do freio motor.
• 5. Pegar no tranco – Deve ser evitado em carro com injeção eletrônica, pois se a bateria estiver arriada a central eletrônica não funcionará com menos de 8 volts. Neste caso, mesmo que o motor funcione, há o risco de que a correia dentada não aguente o tranco e pule alguns dentes, quebrando a harmonia de funcionamento do motor e criando um sério risco de empenar as válvulas. E o prejuízo pode grande, porque o motor deverá ser aberto em sua parte superior. Outro problema deste hábito: o combustível não queimado, que não descer pelo coletor de escape, pode danificar de forma irreversível o catalisador (os mais baratos custam cerca de R$400). Por fim, se for fazer a famosa chupeta, tome cuidado para não inverter os pólos, isso poderia queimar a central eletrônica que custa mais de R$1000.
• 6. Última acelerada – Essa mania só faz desperdiçar combustível e aumenta as chances de danificar o motor. Isso por que o combustível que não queima irá lavar o óleo da parede do cilindro do motor. Quando o veículo for ligado novamente os anéis e pistões irão funcionar sem lubrificação por alguns segundos, forçando seu desgaste prematuro.
• 7. Esquentar o motor – Veículos com injeção eletrônica não precisam ser aquecidos antes de entrar em movimento. O sistema programa a lubrificação e a mistura ar/combustível. Além disso, a maior eficiência da bomba de óleo e de gasolina proporciona o desempenho adequado mesmo com o motor frio.
• 8. Apoiar o pneu ao estacionar – Apoiar o pneu no meio fio, faz com que ele sofra a ação do peso do veiculo, isso pode gerar deformação, alterar a capacidade de resistência e uniformidade do pneu, além de afetar as condições de balanceamento do conjunto roda/pneu.
• 9. Suspensão – Alguns motoristas, ao verem um buraco, tendem a frear bruscamente. Com a roda travada o impacto é muito maior, o que sobrecarrega a suspensão e o sistema de freio. A roda venceria o obstáculo sem muitas avariações se permanecesse em movimento.
• 10. Direção hidráulica – Não é recomendado virar um carro com direção hidráulica sem que o carro esteja ligado. Isso pode forçar a tampa do reservatório, causando derramamento de fluido ou ate mesmo deslocar a tampa. Mesmo com o motor funcionando não se deve deixar o volante em todo o seu percurso por mais de 15 segundos. Nessa condição, o óleo é bastante aquecido pela bomba da direção hidráulica, o que pode causar danos no sistema e ruídos.
Fonte: Mundo Nós

Comentários (4)
Sobre o item 3 (quebra-molas).
Como se deve passar corretamente sobre um quebra-molas?
Ernani a melhor maneira é passar a 100 km/h de ré...
Ernani.
A maneira certa de passar sobre quebra-molas é de frente, ou seja, com as duas rodas ao mesmo tempo. Aquele lance de passar com o carro de "ladinho" não existe.
Porra se diz que não é pra passar de lado..você acha que o correto é o que?
( )passar de ré
( )descer do carro e passar a pé
( )colocar duas rampas de madeira no quebra molas pra suavizar a subida do mesmo
( )passar com o carro de frente